E agora, um poema

Depois de mais de dez anos, resolvi me arriscar a escrever em verso de novo. Gostei, a escrita flui ainda mais visceral. Espero que gostem também.

Fatiga os ombros como o peso das memórias

Retalha o peito como mil facas em brasa

Invade a alma como o frio da solidão

Amarga a língua como o gosto do fracasso

Transborda os olhos como o sangue da derrota

“Dessa vez vai ser diferente”. Ledo engano. 

You’ll never be good enough.

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2 comentários sobre “E agora, um poema

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